Patrimônio Mundial desde 1997
A UNESCO reconheceu a Costa Amalfitana como paisagem cultural, pela forma como as comunidades adaptaram um terreno íngreme com terraços agrícolas, vilarejos verticais e caminhos de pedra.
Fonte: UNESCO World Heritage List, Costiera Amalfitana
Amalfi já rivalizou com Veneza
Entre os séculos IX e XI, Amalfi foi uma das quatro repúblicas marítimas da Itália, ao lado de Veneza, Gênova e Pisa. Seu código de navegação, as Tábuas Amalfitanas, orientou o comércio no Mediterrâneo por séculos. Até hoje as quatro cidades disputam uma regata histórica anual.
Fonte: História das Repúblicas Marítimas, Tabula Amalphitana
Um limão com nome e sobrenome
O sfusato amalfitano tem indicação geográfica protegida. É grande, alongado, de casca grossa e perfumada e polpa pouco ácida. Cresce sob pérgolas de madeira de castanheira e é a base do limoncello e de boa parte das sobremesas locais.
Fonte: Consorzio di Tutela Limone Costa d'Amalfi IGP
A sfogliatella nasceu em um convento
Segundo a tradição, o doce mais famoso de Nápoles foi criado pelas freiras do convento de Santa Rosa, em Conca dei Marini. A versão original, a Santarosa, leva creme e cereja amarena por cima. O convento hoje é um dos hotéis da nossa seleção.
Fonte: Tradição local de Conca dei Marini
O papel de Amalfi
Amalfi está entre os primeiros lugares da Europa a produzir papel, técnica trazida pelo comércio com o mundo árabe na Idade Média. O papel artesanal, feito de algodão, ainda é fabricado e usado em convites e edições especiais.
Fonte: Museo della Carta di Amalfi
Wagner encontrou seu jardim em Ravello
Em 1880, ao visitar a Villa Rufolo, Richard Wagner afirmou ter encontrado o jardim mágico de Klingsor, cenário de sua ópera Parsifal. A visita deu origem ao festival de música que ocupa os jardins todos os verões desde 1953.
Fonte: Ravello Festival, Fondazione Ravello